É noite
As ruas são sombrias
Caminho por estreitas vias
Entre portas e janelas
A lua
Está alta e luminosa
A tal luz famosa
Que se entranha em vielas
Silencio
Que se acentua e se matem
Não se vendo o quem é quem
Eu caminho só a passo a passo
Roupas
Que pesam em estendais
O cheiro das mesmas banais
Presa em mola e entrelaço
Tasca
No fim da rua encontrei
Poucos velhotes observei
Que bebiam e prosavam frases cantantes
Calçada
De pedras gastas e esbranquiçadas
Mantendo sujas pegadas
De anteriores passantes
Candeeiros
De luz insegura
Que pela noite perdura
Até ao amanhecer
Sol
Que espera pelo terminar
da luz do luar
para seu novo renascer
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Torno-me inútil com tais palavras.
ResponderEliminarTorno-me frágil e carente.
Lindo lindo como sempre, parabéns e continua minha amiga.